
Sou diretor, produtor e diretor criativo há mais de 20 anos, tempo suficiente para saber que uma boa ideia não sobrevive sem uma boa produção, e uma boa produção só é boa quando entrega no prazo e cabe no orçamento.
Nasci em São Paulo, filho de baianos e neto de pernambucano, o que talvez explique certa vocação para misturar ordem com desordem, método com intuição e planilha com criatividade.
Sou formado em Comunicação Social pela FAAP e pós-graduado pela FGV em Film and Television Business.
Fui apresentador de TV e ator até os 24 anos. Em 2004, decidi ir para trás das câmeras como assistente de produção executiva na Villas Boas Cine e TV, trabalhando nas primeiras temporadas do icônico programa Saia Justa, da GNT.
Já em 2006, abri minha própria produtora e venci o primeiro pitching da Globosat, criando, produzindo e dirigindo o programa Me Poupe, apresentado por Sônia Racy. Pouco depois, fui convidado para ser diretor associado da Maria Bonita Filmes, uma das grandes produtoras do país, onde ajudei a estruturar o núcleo de conteúdo e entretenimento — e confirmei que televisão, publicidade e cinema são parentes próximos, embora nem sempre se cumprimentem.
Dirigi e desenvolvi projetos para canais da Globosat e da Turner, produtoras, marcas, instituições de ensino e empresas dos setores farmacêutico, financeiro e automotivo. Em 2009, desenvolvi e dirigi o Temporada de Moda CH, uma das maiores produções de reality show da TV paga naquele ano. Em 2010, fui o diretor mais jovem (até onde se sabe) a dirigir uma campanha presidencial vencedora. Descobri ali que política e audiovisual têm muito em comum: ambos dependem de enquadramento.
No cinema, encontrei meu território mais autoral. Escrevi e dirigi os filmes Tomate Cereja, Enterro de Anão e o premiado longa-metragem A Última Vanguarda.
Ao longo da carreira, aprendi a criar, orçar, negociar, produzir, dirigir, liderar, resolver, cortar, refazer, finalizar e entregar a tempo. Sempre a tempo. Trabalho bem sob pressão, não por vocação ao sofrimento, mas porque o audiovisual raramente pergunta se estamos preparados.
Nos últimos seis anos, para suprir uma demanda de mercado, tenho criado estruturas e soluções para educação online e EAD em instituições como FAAP, FIA, UNINASSAU, Impacta e Santa Casa.
No fim, meu trabalho é simples de explicar e difícil de fazer: transformar ideias em imagens, imagens em narrativas e narrativas em algo que alguém, em algum lugar, ainda queira lembrar depois que a tela apaga, seja a tela que for.